Artigos e pensamentos
27 de dez. de 2016
26 de dez. de 2016
Natal, luz e vida! Natal, sombra e morte!
O Natal é uma festa da vida! Toda a simbologia reporta à vida em abundância. Mas o que muda em nós e por nós após às festas, muitas vezes recheadas de excessos de toda a sorte? Sim, comemorar com a família e os amigos é essencial na vida. São os laços que nos sustentam no cuidado da própria vida. Mas não só, há tantos sinais de morte clamando por mudança radical no do nosso coração... Precisamos de um coração que tem um olhar refinado para todos os lados, para bem próximo, mas também para o longínquo horizonte onde as luzes e sombras da humanidade se confundem. No Natal
"nos é pedido que amemos e honremos a vida de cada homem e de cada mulher, e que trabalhemos, com constância e coragem, para que, no nosso tempo atravessado por demasiados sinais de morte, se instaure finalmente uma nova cultura da vida, fruto da cultura da verdade e do amor." (EV 77).
"Es wird von uns verlangt, das Leben jedes Mannes und jeder Frau zu lieben und zu ehren und mit Standhaftigkeit und Mut daran zu arbeiten, daß in unserer Zeit, die allzu viele Zeichen des Todes aufweist, endlich eine neue Kultur des Lebens als Frucht der Kultur der Wahrheit und der Liebe entstehen möge." (EV 77)
"We are asked to love and honour the life of every man and woman and to work with perseverance and courage so that our time, marked by all too many signs of death, may at last witness the establishment of a new culture of life, the fruit of the culture of truth and of love." (EV 77)
"We are asked to love and honour the life of every man and woman and to work with perseverance and courage so that our time, marked by all too many signs of death, may at last witness the establishment of a new culture of life, the fruit of the culture of truth and of love." (EV 77)
23 de dez. de 2016
Pela Encarnação, a ternura entre os seres humanos!
"O Evangelho convida-nos sempre a abraçar o risco do encontro com o rosto do outro, com a sua presença física que interpela, com o seu sofrimentos e suas reivindicações, com a sua alegria contagiosa permanecendo lado a lado. A verdadeira fé no Filho de Deus feito carne é inseparável do dom de si mesmo, da pertença à comunidade, do serviço, da reconciliação com a carne dos outros. Na sua encarnação, o Filho de Deus convidou-nos à revolução da ternura."
"Unterdessen lädt das Evangelium uns immer ein, das Risiko der Begegnung mit dem Angesicht des anderen einzugehen, mit seiner physischen Gegenwart, die uns anfragt, mit seinem Schmerz und seinen Bitten, mit seiner ansteckenden Freude in einem ständigen unmittelbar physischen Kontakt. Der echte Glaube an den Mensch gewordenen Sohn Gottes ist untrennbar von der Selbsthingabe, von der Zugehörigkeit zur Gemeinschaft, vom Dienst, von der Versöhnung mit dem Leib der anderen. Der Sohn Gottes hat uns in seiner Inkarnation zur Revolution der zärtlichen Liebe eingeladen".
"The Gospel tells us constantly to run the risk of a face-to-face encounter with others, with their physical presence which challenges us, with their pain and their pleas, with their joy which infects us in our close and continuous interaction. True faith in the incarnate Son of God is inseparable from self-giving, from membership in the community, from service, from reconciliation with others. The Son of God, by becoming flesh, summoned us to the revolution of tenderness."
"El Evangelio nos invita siempre a correr el riesgo del encuentro con el rostro del otro, con su presencia física que interpela, con su dolor y sus reclamos, con su alegría que contagia en un constante cuerpo a cuerpo. La verdadera fe en el Hijo de Dios hecho carne es inseparable del don de sí, de la pertenencia a la comunidad, del servicio, de la reconciliación con la carne de los otros. El Hijo de Dios, en su encarnación, nos invitó a la revolución de la ternura."
(Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 2013. n. 88)
"Unterdessen lädt das Evangelium uns immer ein, das Risiko der Begegnung mit dem Angesicht des anderen einzugehen, mit seiner physischen Gegenwart, die uns anfragt, mit seinem Schmerz und seinen Bitten, mit seiner ansteckenden Freude in einem ständigen unmittelbar physischen Kontakt. Der echte Glaube an den Mensch gewordenen Sohn Gottes ist untrennbar von der Selbsthingabe, von der Zugehörigkeit zur Gemeinschaft, vom Dienst, von der Versöhnung mit dem Leib der anderen. Der Sohn Gottes hat uns in seiner Inkarnation zur Revolution der zärtlichen Liebe eingeladen".
"The Gospel tells us constantly to run the risk of a face-to-face encounter with others, with their physical presence which challenges us, with their pain and their pleas, with their joy which infects us in our close and continuous interaction. True faith in the incarnate Son of God is inseparable from self-giving, from membership in the community, from service, from reconciliation with others. The Son of God, by becoming flesh, summoned us to the revolution of tenderness."
"El Evangelio nos invita siempre a correr el riesgo del encuentro con el rostro del otro, con su presencia física que interpela, con su dolor y sus reclamos, con su alegría que contagia en un constante cuerpo a cuerpo. La verdadera fe en el Hijo de Dios hecho carne es inseparable del don de sí, de la pertenencia a la comunidad, del servicio, de la reconciliación con la carne de los otros. El Hijo de Dios, en su encarnación, nos invitó a la revolución de la ternura."
(Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 2013. n. 88)
20 de dez. de 2016
Vem, Senhor Jesus!
"Na aurora da salvação, é proclamado como feliz notícia o nascimento de um menino: « Anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor » (Lc 2, 10-11). O motivo imediato que faz irradiar esta « grande alegria » é, sem dúvida, o nascimento do Salvador; mas, no Natal, manifesta-se também o sentido pleno de todo o nascimento humano, pelo que a alegria messiânica se revela fundamento e plenitude da alegria por cada criança que nasce (cf. Jo 16, 21)." (EV 1)
8 de dez. de 2016
A catástrofe da educação brasileira
Enquanto a avaliação docente vêm daqueles que querem um "professor bonzinho" para conseguir nota fácil e não aquele exigente com o qual se aprende de fato, enquanto as publicações são fragmentos de pesquisa sem começo nem fim, enquanto o livro é velho desconhecido de acadêmicos e docentes, enquanto o acadêmico dedura a instituição e o professor; o professor, a instituição e o acadêmico e a instituição, o professor e o acadêmico, por acaso, existem pressupostos para um ensino melhor que os últimos lugares em nível mundial? Não é por nada que especialistas criticam a multiplicação de artigos como único meio de reconhecer o "interesse" do corpo docente... Como pode um professor que "está em todas" garantir qualidade de ensino e pesquisa? Como pode um acadêmico que sempre encontra uma desculpa para não ler o mínimo exigido aprofundar conhecimento?
29 de nov. de 2016
Unidos à Chape!
Unidos aos familiares, amigos e torcedores da Chape! Deus conforte todos e não falte a solidariedade!
22 de nov. de 2016
Políticas públicas de saúde - controle social, um espaço privilegiado de exercício da cidadania!
Por que uma uma das melhores políticas públicas de saúde, na prática, não funciona segundo sua projeção original? Um dos motivos: o cidadão não ocupa seu espaço nas instâncias de controle social, previsto em lei. Quando o cidadão começar a tocar a música, são os políticos que deverão dançar no seu ritmo, não o contrário. Informe-se na sua comunidade! Engaje-se! É a melhor manifestação pública, é a melhor bandeira que se pode levantar! "A Lei n.º 8.142/90, resultado da luta pela democratização dos serviços de saúde, representou e representa uma vitória significativa. A partir deste marco legal, foram criados os Conselhos e as Conferências de Saúde como espaços vitais para o exercício do controle social do Sistema Único de Saúde (SUS). Quando conquistamos esses espaços de atuação da sociedade na lei, começou a luta para garanti-los na prática. Os Conselhos de Saúde foram constituídos para formular, fiscalizar e deliberar sobre as políticas de saúde. Para atingir esse fim, de modo articulado e efetivo, conhecer o SUS passou a ser imprescindível." (Fonte: MS, Controle Social do SUS - Introdução - , 2006)
12 de nov. de 2016
3 de out. de 2016
Liberdade de expressão que não é expressão de liberdade!
Num país em que, em nome da liberdade de expressão, se pode desqualificar aquele que pensa e vota diferente em vez de se olhar no espelho e fazer uma boa autocrítica não se pode falar de um país tolerante e democrático. Enquanto a democracia está reduzida ao próprio umbigo com total incapacidade de autocrítica e diálogo com o diferente, está-se gestando a mais perversa das ditaduras. Atirar pedras e culpar todo mundo à volta é um péssimo pressuposto para quem discursa tão habilmente sobre uma pretensa democracia que, em última análise, não existe, porque esta é impossível quando há imposição de uma ideia e modo de pensar único.
Podemos ser vítimas e jogar para todo o lado, mas também podemos protagonizar um tempo novo, basta querer e ser humilde!
Assinar:
Postagens (Atom)
